3/15/2013
Aquietamento
Árvores.
A sua dança suave e delicada ao ritmo da brisa embala a minha mente como a mãe carinhosa que embala o seu filho até ele se aquietar.
Gosto de estar rodeada de árvores, da mesma forma que a criança chora se a mãe se ausenta.
3/11/2013
Experiência Socialista
Depois de ter divagado um pouco sobre política no post anterior, encontrei uma parábola sobre o socialismo e as suas contradições. Por ser tão clara e elucidativa, partilho-a abaixo.
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Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas uma vez, tinha chumbado uma turma inteira. Esta turma em particular insistira que o socialismo funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".
O professor então disse, "Muito bem, vamos fazer uma experiência socialista nesta turma. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."
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Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas uma vez, tinha chumbado uma turma inteira. Esta turma em particular insistira que o socialismo funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".
O professor então disse, "Muito bem, vamos fazer uma experiência socialista nesta turma. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."
3/03/2013
Esquerda ou Direita
Não gosto de política e isso inquieta-me. Os tempos que correm são conturbados e o cidadão consciente deve ter uma posição política. Pergunto-me: serei de esquerda ou de direita?
Não sou da direita que abandona os miseráveis à sua sorte e que entende a "liberdade de mercado" como uma luta entre desiguais.
Também não sou da esquerda que nos trata como crianças indefesas que necessitam de ser protegidas da mais leve brisa. Não acredito no Estado que defende o cidadão e os seus interesses. O Estado é um conjunto de burocratas que não defendem outros interesses excepto os seus ou os dos seus lacaios. O cidadão não deve delegar em ninguém a responsabilidade de zelar pelos seus interesses e pelo seu futuro.
Não sou da esquerda nem da direita que acenam ideologias e gritam críticas presunçosas, mas não revelam os fundamentos económicos dos problemas que vivemos. Que solução pode propor quem não entendeu o problema? Apenas demagogia.
Não sou da direita que abandona os miseráveis à sua sorte e que entende a "liberdade de mercado" como uma luta entre desiguais.
Também não sou da esquerda que nos trata como crianças indefesas que necessitam de ser protegidas da mais leve brisa. Não acredito no Estado que defende o cidadão e os seus interesses. O Estado é um conjunto de burocratas que não defendem outros interesses excepto os seus ou os dos seus lacaios. O cidadão não deve delegar em ninguém a responsabilidade de zelar pelos seus interesses e pelo seu futuro.
Não sou da esquerda nem da direita que acenam ideologias e gritam críticas presunçosas, mas não revelam os fundamentos económicos dos problemas que vivemos. Que solução pode propor quem não entendeu o problema? Apenas demagogia.
2/24/2013
2/16/2013
De chefe a líder
A
figura do chefe é por vezes mal vista. Quem é que nunca teve algum dia um
problema com um chefe? Problemas
vão sempre ocorrer: somos todos humanos, a aprender e a cometer erros. Por
isso, ser um chefe, mais ou menos odiado, é fácil. O desafio consiste em ser mais do que um chefe e tornar-se num líder.
Eu
sou fascinada pelo tema da liderança porque já senti o seu efeito em mim, ou
seja, já comparei o meu desempenho na mesma função num ambiente com uma excelente liderança versus outro com
uma liderança menos forte.
Isto
aconteceu numa empresa onde o primeiro ano foi desafiante e difícil: o ritmo de
trabalho era demasiado intenso e parecia que o meu desempenho nunca era bom o
suficiente. Sentia-me constantemente
a correr atrás do prejuízo. Um desgaste que me custou algumas lágrimas,
frustração e cabelos brancos. Entretanto mudei de chefia, passei a reportar a
outra pessoa e tudo mudou. Bem,
não tudo, porque o ritmo continuou acelerado! Mas, a minha motivação aumentou, a minha
confiança também, o meu desempenho melhorou significativamente e o meu trabalho
passou a ser reconhecido e respeitado, com visibilidade até à direcção da
empresa.
Como é que isso foi possível?
2/09/2013
Árvores e arbustos
É sabido que quando vertemos muita água num copo pequeno este transborda. O problema não é a quantidade de água, mas a dimensão do copo.
Da mesma forma, quando dá uma brisa, as árvores grandes e robustas ondulam subtil e docemente... enquanto os pequenos arbustos se agitam sem controlo. A brisa é um estímulo demasiado intenso para o pequeno arbusto.
Acontece o mesmo com o entusiasmo e a adrenalina. As pessoas maduras e experientes são como as árvores seculares: o seu entusiasmo é sereno. Perante uma situação de stress ou a adrenalina de uma novo desafio, fazem acontecer de forma enérgica mas tranquila. E as pessoas mais imaturas? São como os pequenos arbustos, com explosões alternadas de entusiasmo, desânimo, stress ou frustração. Agitam-se violentamente numa instabilidade de emoções, desperdiçando a energia necessária para fazer acontecer.
Eu, que muitas vezes me sinto um pequeno arbusto ao vento, intensamente agitada pelos novos desafios, admiro as sábias árvores seculares. Por isso, quando a brisa é mais forte, imagino-me igual a elas: um tronco sólido sobre firmes raízes. Um dia serei assim!
Da mesma forma, quando dá uma brisa, as árvores grandes e robustas ondulam subtil e docemente... enquanto os pequenos arbustos se agitam sem controlo. A brisa é um estímulo demasiado intenso para o pequeno arbusto.
Acontece o mesmo com o entusiasmo e a adrenalina. As pessoas maduras e experientes são como as árvores seculares: o seu entusiasmo é sereno. Perante uma situação de stress ou a adrenalina de uma novo desafio, fazem acontecer de forma enérgica mas tranquila. E as pessoas mais imaturas? São como os pequenos arbustos, com explosões alternadas de entusiasmo, desânimo, stress ou frustração. Agitam-se violentamente numa instabilidade de emoções, desperdiçando a energia necessária para fazer acontecer.
Eu, que muitas vezes me sinto um pequeno arbusto ao vento, intensamente agitada pelos novos desafios, admiro as sábias árvores seculares. Por isso, quando a brisa é mais forte, imagino-me igual a elas: um tronco sólido sobre firmes raízes. Um dia serei assim!
2/03/2013
Decisiveness
Um defeito dos perfecionistas, onde eu tendo a me incluir, é a dificuldade em tomar decisões. Há uma espada dentro de nós que nos pune se não tomarmos a decisão perfeita. Há uma aversão ao erro. E como é impossível conhecer e avaliar à partida todas as variáveis, adiámos a decisão. Muitas vezes acontece-me adiá-la até que já não haja nada para decidir, porque as opções se esgotaram. A verdade é que "não decidir" já é uma forma de decisão.
As pessoas com maior sentido prático não sentem este problema, elas simplesmente decidem, sem maiores considerações existenciais de qual é a decisão correcta.
Decidir é uma das competências essenciais para a liderança. Já alguma vez tiveste um chefe que era incapaz de decidir? A falta de decisão gera insegurança e incerteza na equipa. Um líder precisa de demonstrar coragem, de definir o rumo, tomando decisões, mesmo quando estas sejam difíceis.
Por tudo isto, achei oportuno definir como objectivo pessoal para 2013 aumentar a minha capacidade de tomar decisões, ou seja, a minha decisiveness. Considerando que a liderança é um dos activos mais escassos no planeta, nada melhor do que começar a desenvolvê-la em nós!
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